
Porque a lista de asneiras seria infindável prefiro realçar outras coisas. Por um lado o que correu bem: Timor. A forma como o PR geriu esta questão parece-me de louvar. Aliás, Timor tem o condão de ser o unico marco positivo da actuação de dois dos nossos mais recentes governantes: Jorge Sampaio e António Guterres. De resto, o magistério de Sampaio foi muito mau (p.e. ainda estou à espera do fim do inquérito instaurado por Souto Moura por causa do célebre "envelope 9" e cujos resultados Sampaio exigiu publicamente que fossem apresentados "urgentemente" - já passaram 2 meses). Este mero exemplo da sua autoridade é demonstrativo da sua maneira de estar em Belém.
Por outro lado, Sampaio notabilizou-se pelas condecorações que atribuiu.
Portugal deve ter o maior indíce per capita de condecorados entre os seus cidadãos e isso deve-se a Sampaio. Para a despedida, também ele recebeu a sua medalha pelos serviços prestados que, como referi anteriormente, foram de grande qualidade. Mas afinal de contas este é o país onde as empresas públicas apresentam resultados anuais negativos e os seus administradores recebem prémios de desempenho.
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